Terça-feira, 13 de Novembro, 2007

Ser solitário, não implica estar só.

Também é uma questão de aprendizagem, derepente necessitamos de liberdade espiritual, daí a solidão até ser um bem. Nessa altura o Mundo, gira à nossa volta, mas nem damos por ele.

 

 

 

Biografia da Solidão

 

Neste meu verso cinzento

Está escondida a minha história

Percorro a Vida com o pensamento

Com tão cansada memória.

Mas uma luz mantem-se acesa

Sinto-me voar sobre a infância

Estou triste e só a própria tristeza

Me mantem viva e nesta ansia.

 

Neste meu verso cinzento

Que o tempo não quer esquecer

As minhas veias correm como o vento

E sinto no peito o coração bater.

Mas a tristeza, leva tudo! As alegrias

ficam numa escuridão desesperada,

as raízes da  alma, as noites, os dias

E surge a ultima curva da estrada.

 

Neste meu verso cinzento

Fico transeunte perdida

Deixo à solta o sentimento

Enquanto a vida vai de fugida

Sabe Deus onde me leva o tormento

Fico de coração aberto

Quero viver só mais um momento!

Que a morte é aridez do deserto.

 

 

publicado por rosafogo às 20:56

mais sobre mim
Novembro 2007
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

7
8
9
10

11
15
17

24

25
28
29
30


últ. comentários
Queria amiga Poetisa Rosafogo, Que das coisas simp...
Olá!Vim apenas fazer um teste, para ver se consegu...
Parabens pelo post. Falar de coisas simples por ve...
Acontece-me exactamente o mesmo, Natália! Depois d...
É assim Mªa João, dispersei-me e agora é tão difíc...
Também me perco imenso, Natália. Não penses que és...
Há séculos dizes bem MªJoão, bem que eu gostaria q...
Para mim também foi uma alegria encontrar-te Ause...
Obrigada PC é bom encontrar palavras amigas.Tento ...
Olá Martinha obrigada por vires ler, tenho andado ...
pesquisar
 

blogs SAPO


Universidade de Aveiro