Quinta-feira, 22 de Novembro, 2007

Este é um poema feito hoje, que mal acabei , nem foi à gaveta.

 

 

 

 

 

Poema esquivo

 

 

Como é esquivo este poema!

Esquivo como pássaro rasgando o vento!

É um mistério ainda sem tema

E perdura na brisa do esquecimento.

 

Poema talvez de suave amor

Que se entrega, solitário, pleno de doçura

Ao cair da tarde, ao ùltimo calor

Nascendo de mim com humana ternura.

 

Vai-se desprendendo com suavidade

Estremece uns instantes ainda oculto

Para logo surgir da obscuridade!

 

Trás olhos de mãe, secreto o encanto!

Súbitamente, aparece um esquivo vulto

Vulnerável, cheio de amargura e pranto.

publicado por rosafogo às 21:56

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