Sábado, 22 de Dezembro, 2007

Quando a Vida corre menos bem, temos alguma dificuldade em aceitar a existência de Deus, porém, também é verdade que é no meio das embrulhadas da Vida que mais Dele nos lembramos.

 

 

 

 

 

Maré da Vida

 

 

 

 

 

Sinto-me tão longe, como um frio astro

Esqueci até meu tom de voz

Tenho o corpo inerte, como caído mastro

Dum velho navio, encalhado na foz.

 

Vazia de lágrimas e de memória

Perdi-me num silêncio e já sem nome

Só meu rosto!? Aí se lê a história!

E os dias!? Tantos que não há quem some!

 

Dos meus olhos cegos, rompe a àgua

Cegos dum silêncio sempre presente

Ante um futuro que adivinho de mágoa.

 

Estalam na minha mente violentas,

emoções que esqueci de viver,fiquei ausente!

Só! Como estas palavras que me saiem lentas.

 

publicado por rosafogo às 22:57

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