Sábado, 22 de Dezembro, 2007

Porque está doente e hoje pela primeira vez não me conheceu.

 

 

 

Tempo do nada

 

Tempo em que a dor já não faz sentido

Do nascer do silêncio que se instala

Onde só há vazio e se anda perdido

Tempo distante onde tudo se cala.

 

Tempo de ausência e de nostalgia

Duma alegria insólita que se inventa

De incertezas, quando já a tudo se renuncia

Onde já nada na imaginação assenta.

 

Tempo do nada, de passos cansados

Tempo de sobreviver num labirinto

Sem palavras, sem gestos, de tudo desalojados

 

Tempo de sonhos emudecidos

De noites vazias, já com o medo extinto

Ao abandono ficaram desejos, os corpos esquecidos!

 

publicado por rosafogo às 23:14

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