Terça-feira, 23 de Dezembro, 2008

 

O destino, dá-nos oportunidades e algumas desperdiçamos. Nos seus meandros encontram-se os nossos desejos, as nossas frustrações e acabamos por aceitá-lo na sua adversidade e também naquilo que nos trouxe de bom. Nesta altura da Vida os dados estão

lançados é só esperar para ver ou ir andando sem pressas e sem medos.

 

Este poema fiz à minha aldeia

 

Alicerce

 

 

Como é profunda a raíz entre nós!

És poema em mim, desde que nasci!

Deste-me a mão, ouviste a minha voz

Quando do ventre de minha mãe saí!

 

O meu corpo feminino, como flor

Tinha a fragância, secreta de ti!

E nos meus olhos há ainda a cor

Verde, do teu verde que não esqueci!

De madrugada, bem ao amanhecer

Depois de sonhar contigo, bem ao meu jeito

Aguardo ser dia, para te voltar a ver

E dizer-te da saudade que me vai no peito!

publicado por rosafogo às 23:17

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