Domingo, 08 de Novembro, 2009

Estas são fotos da Cidade de Varsóvia.

 

Hoje estou na aldeia, está chuviscando e o dia vai a pouco mais de meio e já está a

ficar escuro, é também o primeiro dia de lareira, que por cá já se faz sentir o frio, então,

vai-se assando umas castanhas, e lendo um bom livro no aconchego do sofá.

 

Venho apenas postar e hoje resolvi descansar.

 

 

 

Se ela me negar a luz?

 

Vou passando , ninguém nota

A minha partida ou chegada!?

- Vou seguindo minha rota.

Vai-se apertando a passada.

Não quero a Vida parada!

Mesmo que o futuro me pese

Não a dou de mão beijada!?

- Vem a noite faço prece.

 

Levo passo já hesitante

Meus desejos trago sem norte

Lembro o passado distante

Grito ao futuro melhor sorte.

- Esta rota é já comprida!

Vou andando sem descanso

E na solidão desmedida?

Dou mais um passo e avanço.

 

Já nem sei quem me conduz?!

Se sou eu ou é a Vida?!

Se ela me negar a luz?

Já me vou.! Estou de partida.

Sem qualquer tempo a perder

Procuro na esperança guarida

- E no caminho a percorrer

Longe a morte, perto a vida.

 

 

sinto-me: nostálgica
publicado por rosafogo às 17:50

Querida Natália! Que coisa mais acolhedora, ler e sentir o crepitar do lume. Na vida se sente a passagem das horas e dos minutos, das lembranças que nos afloram a alma.
Beijinhos de amizade Lisa
maripossa a 9 de Novembro de 2009 às 00:14

Amiga Lisa gostei das tuas palavras amigas.
É muito bom e já sabe muito bem estar à lareira, nesta aldiea onde parece
não haver habitantes, que mais se pode fazer?
No jardim não se pode fazer muito, entretanto o dia morre depressa,
então vai-se lendo um pouco.

Beijinho aniga
fica bem

rosa
rosafogo a 10 de Novembro de 2009 às 22:47

Olá
Hoje vim pedir para passares por este blog e tentares ajudar a divulgar. Pode ser? . http://umsonhodenatal.blogs.sapo.pt/
Muito obrigada
TiBéu ( Isa) a 9 de Novembro de 2009 às 14:41

Claro amiga

COMEÇO POR PEDIR ATENÇÂO AOS AMIGOS; AQUI JÀ E FAREI MENÇÂO NO
PRÒXIMO POST

Agora vou ler eu.
Beijinho grande Tibéu
da natalia
rosafogo a 10 de Novembro de 2009 às 22:49

Depois dá a tua opinião, somos 5 meninas que nos metemos nisso, podes ver ao lado no perfil quem são.
Obrigada

Tenho estado ausente, mas irei logo que possa visitar o Blog, hoje fui um tanto à pressa,
mas amanhã venho fazer novo post e lá irei com prazer, e também verificar a vossa solicitude.


beijinho amiga
natalia
rosafogo a 16 de Novembro de 2009 às 18:03

Olá Natália!
Nostalgia por se encontrar na aldeia? Não creio... Boa semana! Um grande xi coração! António
cateespero a 9 de Novembro de 2009 às 19:16

Olá Amigo António

Só agora venho dar resposta, porque estive alguns dias ausente,
amanhã vou postar com umas fotos tiradas no Gerês por onde andei com muita chuva.
Obrigado por me deixar suas palavras, espero se encontre bem de saúde.

Um abraço com muito carinho
natália
rosafogo a 16 de Novembro de 2009 às 18:05

Natàlia:

Mais uma vez, e sempre, nostalgia!
Nostalgia que é mistura de aldeia e de anos nela passados há muito, ou seja, nostalgia de um palco e de um tempo em que a Natália representava a vida com inocência e com sorrisos despreocupados, sem defeitos, nem vícios, nem desilusões, nem medos, nem angústias de fim, porque a vida então era longa, longa, a idade adulta e sua teia estavam tão longe, tão longe, que pareciam nunca vir a acontecer, além de quase delas nem se ter noção ...
A vida, Natália, em geral é que nos conduz, como qual maré ou qual teia, em que tantas vezes vamos sonhando com o que queremos fazer ou amar, enquanto o tempo, esse inclemente e irreversível dominador e ditador, nos vai subtilmente e acinzentadamente mortrando ao longe, depois menos longe, aquilo que dantes, na infância ou adolscência, parecia nunca poder chegar-nos, o envelhecimento, que, sem o querermos, quase irracionalmente, nos começa a fazer pensar, a sentir também, nessa tão desconhecida realidade, incognoscível, envolta e invisionável em névoa da mais funda e temerosa ignorância humana, a negra e inelutável realidade do nosso fim, a morte.
Natália, o seu poema é bom e sobretudo porque defende dois princípios ou duas atitudes: não dar a vida de mão beijada e (no caminho a percorrer) longe a morte e perto a vida. É isso: há que ter atitude de resistência ao caminhar para o envelhecimento, ou para o fim, nem que seja apenas, e já é muito, com a esperança, esperança que também existe no seu poema. Há que ter esperança, sem dúvida, pois ela é qual espiritual alimento com que enfrentaremos algo melhor esse nosso incognoscível e inevitável fim, nesta terrena estância de passagem.
Esperança, pois, e alguma alegria serena, amadurecida, Natália, mesmo que por vezes nos invada a nostalgia, que é, tantas vezes, qual saudade de brincar que o que resta da criança em nós sente, ou, por outras palavras, fundo desejo, impossível de satisfazer, de voltar para trás, para o conhecido, em vez de ir para a frente, para o desconhecido ...
Esperança e serenidade, Natália!

Um beijo para si.
Mírtilo
Mírtilo MR a 10 de Novembro de 2009 às 19:17

Que bom encontrá-lo e ter o prazer de passar aprazíveis momentos na companhia
das suas sempre bem vindas e sábias palavras.
É exactamente desse tempo sem medos sem lembrar sequer que ele passava, aliás como
até era difícil de passar, quería ter mais um ou dois anos era sempre o que ambicionava, bem
me lembro. Mas tudo era paz, sabe que ainda hoje sinto essa paz quando lá volto, às vezes
até comento, será que as pessoas não têm problemas?! É porque há uma grande serenidade,
agora não sei se me sentiria completamente feliz se lá vivesse, porque já conheço outras
formas de vida, gosto de viajar o meu maior prazer é conhecer Mundo, mas tenho em mim ao
mesmo tempo a falta da quietude e paz que por lá se vive.

Mas meu querido amigo, o que me entristece mesmo, talvez porque assisti de perto ao fim
dos dias dos meus ascendentes é o no fundo a tristeza de não poder prolongar o tempo com
saúde, saber que já agora me é mais díficil eu noto, o caminhar quando ando de viagem, e
perdendo isso perco uma parte importante porque não sou pessoa de estar sempre quieta
no mesmo lugar.

A minha mãe me lembro que tinha também um apego muito grande à vida achava sempre que havia pessoas
com mais idade que ela e portanto o tempo dela não se acabava ainda.
Mas há que resistir, e embora haja dias mais nostálgicos e por vezes com contrariedades é preciso viver.

Mírtilo, me sinto sempre muito retemperada com suas palavras, bem haja por me as deixar, são sem
dúvida um bálsamo para mim, e fico sempre animada sinceramente, por poder desabafar um pouquinho
com quem me entende.

Com a minha gratidão deixo
um beijo
natalia

rosafogo a 10 de Novembro de 2009 às 23:09

Natália:

Compreendo-a bem porque também eu sou um saudosista dos longínquos tempos de infância e adolescência e também me questiono frequentemente sobre o que me espera nos amanhãs que vão seguir-se, ou até já no dia de hoje. Não penso tanto nas rugas que me possam sulcar o rosto porque penso que não tenho tanto medo, como a Natália, de envelhecer ou de ter rugas, embora, também como a Natália, eu sempre tivesse querido ser algo mais velho, e penso e sinto sobretudo que agora, ao contrário de antigamente, nos tempos de jovem, já pressinto que haverá (poderia dizer «há»...) um fim, que não conheço, que não sei quando chegará, nem onde me levará. Mas tenho de enfrentar com serenidade esta inevitável realidade que um dia me estenderá docemente ou agressiva e dolorosamente um totalmente escurecente abraço de não mais ter fim, sem regresso.
Mas no presente, que ainda existe, há que seguir caminho como se pode fisicamente, mas animicamente com o máximo de serenidade e alegria, iluminadas de esperança, qual divina lanterna, com o espírito a cultivar-se e a distrair-se. E quando chegar a tal hora, que seja tranquila e acolhedora.
Sinto-me agradecido por dizer que gosta das minhas palavras, que são normais em mim, pois gosto de falar nas nossas realidades interiores, sempre me questionei sobre o que há dentro de mim e das pessoas.
Também por vezes me parece interiormente que a minha vida passou demasiado depressa e pouco a aproveitei, e agora ... já é tarde ... Mas eu sou uma pessoa de esperança e pouco exigente ...

Tenho-me esquecido de algo relativamente a si, de lhe perguntar ... Creio que percebi num qualquer comentário de uma sua amiga ao seu blogue, há já um tempinho, que o seu desejado gato «Jimy» (creio ser este o nome) tinha aparecido. É verdade? Deus queira que sim.

Um beijinho para si, Natália.
Mírtilo

Mírtilo MR a 12 de Novembro de 2009 às 23:04

È assim mesmo meu querido amigo, temos que ir levando com serenidade, uns dias mais pardacentos, outros
com um pouco mais de esperança. Lamentar-me ei enquanto viva de me sentir a envelhecer, me entristece acredite.
É penso eu uma dor difícil, se calhar estaria demasiado agarrada à vida, pensando que não me iria acontecer a mim,
mas agora vejo que tudo passou rápidamente.
Mas me animam suas palavras, vou tentar viver da melhor maneira, passear um pouco também, fazendo por prazer
um pouco de poesia e sempre que possível conversar um pouco com os amigos.

Ainda se lembrou do desaparecimento do meu gato?! Pois amigo ao fim de 15 dias alguém me o devolveu eram 11 horas
da noite atirando-o por cima do muro da aldeia, por acaso nós estávamos e o pobre apareceu magríssimo deve ter
estado encurralado sem comer nem beber, mas agora está bem.
Nem lhe passa pela cabeça o que corri à procura naquela aldeia, todos os santos dias, eu penso que foi maldade,
mas não posso afirmar, porque não tinha nada que desse a perceber que tinha andado perdido, não estava sujo,
nem trazia h+ospedes nele olhe amigo nem sabemos o que pensar. Mas apareceu e ficámos felizes pois ele é tão
carinhoso como uma criança e sentimos-lhe a falta ao ponto de chorarmos por ele.

Um beijinho, fique bem com óptima saúde é o que lhe deseja
a amiga
natalia
rosafogo a 16 de Novembro de 2009 às 18:25

Olá amiga Natalia.
A nostalgia já faz parte de nós, já não vivemos sem ela e sem ela, não teria o prazer de ler coisas tão bonitas como as que acabo de ler.
Tudo de bom para si amiga.
Um abraço grande.
Casimiro Costa
casimirocosta a 10 de Novembro de 2009 às 19:53

É verdade meu amigo, a poesia não é tão bela senão tiver um pouquinho de tristeza,
que é no fundo o sentimento que nos assola e nos leva a escrever poesia.

Gosto muito de o encontrar, agora divido-me um pouco entre o blog e o site do lusopoemas,
mas sempre aqui estou também, porque tenho aqui bons amigos.

beijinho
natalia
rosafogo a 10 de Novembro de 2009 às 23:14

Olá Natália! Estive agora a ler uns sonetos do Sá Carneiro e descobri que ele cometeu alguns erros idênticos ao meu nos seus alexandrinos! Acho que fui atrás dele... :))) mas, se fui atrás dele, fui muito bem!
Beijinho!
poetaporkedeusker a 12 de Novembro de 2009 às 17:01

Claro amiga, tu vais sempre lindamente, os teus sonetos são lindos.
Ainda não li nada desse Sá Carneiro, até fui espreitar , a pensar que tinha
mas afinal é do António Ramos Rosa, textos literários, mas também ainda não li.

Mas tenho a certeza que os teus são mais lindos.

Beijinho amiga
natalia
rosafogo a 12 de Novembro de 2009 às 20:54

Não, Natália! Ele é um dos grandes nomes da literatura modernista portuguesa! A única vantagem é que também escreveu alexandrinos com onze sílabas métricas... :)) mas jamais poderei chegar-lhe aos calcanhares! Olha, vai ao Google e procura porque vale a pena!
Bjo!

Irei procurar sim amiga ou então hei-de comprar alguma coisa sobre ele,
porque eu adoro sonetos, e devem ser tristes os dele, porque me parece que se suicidou novo
é o pouco que sei.

Então e tu como estás? Correu bem a sessão onde te fizéste ouvir?
Tenho pena se cá estivesse tinha aparecido de surpresa mas não estava,
fica para uma próxima.

Beijinho Mª João
obrigada e fica bem

natalia
rosafogo a 16 de Novembro de 2009 às 18:37

Acreditas que só agora cheguei a este teu comment? Hoje, depois do almoço, veio uma das minhas leitoras do Porto, tomar café comigo e, quando cheguei ao CJO, já estavam os computadores todos ocupados! Tenho imensa correspondência...
A palestra correu bem e, em breve, terei outra. Ainda não estou muito segura do tema, mas ele há-de surgir! Só não posso nem devo falar de coisas sobre as quais não esteja documentada e não tenha formado uma opinião sólida. Penso que há uma grande responsabilidade numa palestra. Muitos não pensaraão assim, mas eu penso!
Um grande abraço para ti!
poetaporkedeusker a 17 de Novembro de 2009 às 17:06

Vai passando pois! E é notada por muitas coisas, sendo uma delas a poesia que connosco vai partilhando! De facto também não há tempo a perder! E vai percorrendo o caminho, escudada na esperança, podendo dizer não à morte e sim à vida! Bonito como sempre!
No comentário anterior falavam de Mário de Sá Carneiro, amigo de Fernando Pessoa, a quem deixou a incumbência da publicação da sua obra quando se suicidou aos 26 anos de idade, ainda incompletos. O que nos deixou é muito belo e profundo. Há um poema dele de que gosto particularmente e que me acompanhou a vida toda, desde jovem, porque retrata o que muitas vezes senti e ainda sinto. Deixo-lhe um pequeno extracto só para aguçar a vontade de o conhecer…

Quase

Um pouco mais de sol - eu era brasa.
Um pouco mais de azul – eu era além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa…
Se ao menos eu permanecesse aquém…
(...)
Quase o amor, quase o triunfo e a chama,
Quase o princípio e o fim – quase a expansão…
Mas na minh’alma tudo se derrama…
Entanto nada foi só ilusão!
(…)
Num ímpeto difuso de quebranto,
Tudo encetei e nada possuí…
Hoje, de mim, só resta o desencanto
Das coisas que beijei mas não vivi…
(…)
Um beijinho, com a minha amizade.



Maria de Jesus a 14 de Novembro de 2009 às 00:46

Fiquei contente, muito contente, cheguei do passeio com os colegas ao Gerês,
onde chovei torrencialmente todo o tempo, mas valeu pelo convívio, então vim logo
espreitar quem tinha por aqui passado, só que vinha tão cansada que só agora tive
um bocadinho para vis responder aos amigos.

Adorei a poesia desse poeta que não conheço, muito belos estes versos que me deixou, não sabia até
que era do período ou do tempo melhor dizendo, do Fernando Pessoa, julguei mais recente.
Hei-de aduirir alguma coisa dele, logo que seja possível.
Fazia sonetos alexandrinos diz a Mª João, o que eu aprendo com estas minhas amigas, estou sempre
a aduirir conhecimentos convosco.

Um pouco mais de sol e eu era brasa
um pouco mais de azul - eu era além

Muito bonito, obrigada MªJesus
um beijinho
natália
rosafogo a 16 de Novembro de 2009 às 18:44

Natalia

Espero que sejas tu a conduzir a vida, com menos melancolia.

Mas cada um, é diferente do outro e o teu poema é muito bom,

mas não digas "que te vais e estás de partida"...

Eu não quero que sintas isso!

Desculpa não ter escrito. Também tenho notado a falta da tua presença.

Estou a tentar afastar-me, um pouco, da Net e depois, parar!...

Beijos e saudades,

Maria Luísa
M.Luísa Adães a 14 de Novembro de 2009 às 03:15

Se soubesses como me sinto bem com as tuas palavras amigas?!
Pois minha querida Mª Luísa, andei fora uns diazitos passeando com antigos colegas pensionistas como eu
num passeio organizado pelo centro cultural a que pertencemos. E foi muito bom eram145 pessoas muitas
das quais com quem trabahei de perto longos anos e foi muito agradável embora o tempo não ajudasse.
Fui pela 1ª vez ao « S. Bento da porta aberta», de facto tanta vez já fui ao Gerês e nem sabia da existência
do Santo, mas é linda a igreja, amanhã estou a pensar fazer slide com as fotos e postar.
Também te irei visitar, hoje apenas tenho tantos comentários que vai ser difícil a visita.

Quero agradecer-te muito as tuas sempre lindas e amigas palavras que me deixas, bem hajas.

Beijinho com todo o meu carinho
natalia
rosafogo a 16 de Novembro de 2009 às 18:50

já tinha notado a tua ausência e ia escrever. Ainda bem que foi mais um passeio. Tu necessitas de conviver, entendo!

Foram muitos anos feitos de ausências. Isso marca e me parece, não passar completamente.

Agradeço te lembrares de mim.

Neste momento, estou cansada e tomei a decisão, de visitar e comentar - só quem me visita e me comenta.

Conheço as pessoas e sei quem vai ficar e os que vão desaparecer.

Em Dezembro, se Deus o permitir, vou para o Brasil com o m/ marido, mas levo o pc e respondo aos que forem
os meus verdadeiros amigos.

Chegou o tempo e a hora de enfrentar, as desilusões.
E me vou preparar para elas!

Falo de mim, o meu trabalho em escrever, eu sei que é bom, mas o público vai para outros lugares e a memória
é muito curta.

Um dia desaparecem muitos e muitos, eu sei! Por isso, tenciono aceitar o auxilio da Camara para editar estes poemas
que tanto trabalho deram e foram escritos com muito amor.
Não vou deixar que sejam tratados como lixo, a reciclar.

Isto não tem nada a haver contigo, apenas é um desabafo e te dar conhecimento, como amiga que tudo muda
neste mundo e nós mudamos e temos de estar fortalecidos para aceitar o desmenbrar, de nossos pedaços poéticos.

E não deixar que isso aconteça e a acontecer nos traga, poucos estragos.

Obrigada por escreveres,

Beijos,

Mª. Luísa
M.Luísa Adães a 17 de Novembro de 2009 às 11:30

OI AMIGA rosa fogo. devo dizer com toda a franqueza, que poesia não é o meu passatempo, preferido. não sou mesmo fã, mas creio que este seu poema me tocou. Porquê eu não sei. Mas para prevenir, eu tomei a liberdade de o adicionar aos meus favoritos, acho que é a primeira poesia que alguma x adicionei. Parabéns, você é especial a poetar. Gostava de saber onde fica essa aldeia tão bonita de que fala com tanto carinho. Um beijo sulitario .
Sulitário a 15 de Novembro de 2009 às 15:44

Oi amigo Sulitário
Então como tem andado? Tenho que o visitar para saber das suas novidades.
Sabe estive fora alguns dias, mas me deu muito prazer chegar e ter a visita
d os amigos à chegada.
Sabe que me deixei rir com o seu comentário? Creio que o amigo está-se afeiçoando
à poesia a pouco e pouco, e depois há por aí alguma muito boa. No entanto nem
calcula como me sinto lijonseada por me ter adicionado.
A minha aldeia pode não ser a mais bela mas é a que trago no coração e é ela
vizinha da cidade de Torres Novas. Mas uma outra me adoptou e também gosto dela
que é muito pertinho do Couço, ainda Ribatejo mas a uns 8 quilómetros do Alentejo.

Beijo também para o amigo, tenho muito gosto que me visite, o meu obrigado sincero.

natalia
rosafogo a 16 de Novembro de 2009 às 18:57

OI AMIGA NATÁLIA. A SRA. RIU-SE COM O MEU COMENTTÁRIO, E EU RIME COM O SEU: PORQUE? PORQUE A AMIGA AINDA TEM A MEMÓRIA A 100%. NÃO ESQUECEU, QUE DISSE , NÃO SER FÃ DE POESIA. SABE QUE NA VIDA TUDO SE APRENDE, E TAMBÉM SE APRENDE A GOSTAR DAS COISAS, O MELHOR CAMINHO PARA SE APRENDER A GOSTAR DE UMA COISA, É COMEÇAR POR SE GOSTAR DA FONTE, E AQUIO A FONTE É A NATÁLIA, E EU ESTOU A GOSTAR DA SUA FORMA DE SER, É DO MEU PONTO DE VISTA, UMA PESSOA FRANCA E ABERTA, E TALVEZ POR ISSO COMEÇEI NÃO AINDA A GOSTAR DE POESIA, MAS A GOSTAR DAQUILO QUE V. FÁS, NO CASO, DO QUE V. ESCREVE. TENHO MUITA PENA DE NÃO TER TEMPO, PARA ME DEDICAR A ESTE MUNDO BA BLOGSFERA, EU TENHO RECUSADO COM MUITA PENA MINHA ALGUNS PEDIDOS DE AMIZADE, MAS PARA QUÊ ACEITAR, SE EU DEPOIS CRIO A IMPRESSÃO DE QUE ESQUECI AS PESSOAS? DESCULPE ESTE RELATÓRIO, MAS É SAUDÁVEL, DARMOS UM POUCO DE EXERCICIO À LINGUA. UM BEIJO. SULITARIO.
Sulitário a 22 de Novembro de 2009 às 11:12

Eu sei que, por vezes, pensamos que a vida nos pode negar a luz... mas, depois, sabemos bem que não! Que ela está sempre tão, tão perto de nós que quase a conseguimos vislumbrar... um belo poema, amiga!
Bjo!
poetaporkedeusker a 16 de Novembro de 2009 às 16:16

Olá grande Poetiza

Aqui te encontro de novo, és uma querida, mas não me disseste nada sobre
o teu acontecimento aí na Crus Vermelha.
Estou curiosa.
Obrigada pelo elogio ao meu poema, vindo de ti me soa muito bem ouvir tão belo elogio
vou guardar no coração.

abraço MªJoão
da amiga
natalia
rosafogo a 16 de Novembro de 2009 às 19:00

E outro!Estou mesmo atrasadita, hoje! Mas já te respondi no comment anterior!
Bjo!
poetaporkedeusker a 17 de Novembro de 2009 às 17:09


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