Terça-feira, 06 de Janeiro, 2009

Estou a ler Lord Byron, poeta e escritor inglês, trancrevo uma frase dele: Os espinhos que

colhi são da àrvore que plantei.

É bem verdade, colhemos o que semeamos sem dúvida.

 

Depois dum café bem forte, esfrego as mãos porque está frio, e sento-me a escrever mais

uma poesia.

 

Neste poema naufragado

 

Ninguém me pergunta se hoje estou triste?!

Porque chego com meu passo cansado?!

Que náufrago é este que existe

Neste poema naufragado?!

Ninguém me pergunta porque sufocam meus ais?!

Porque do vazio, não consigo sair?!

Que coração é este que bate demais

Neste poema, atoleiro do meu existir?!

Ninguém me pergunta onde vou, nesta viagem indizível?!

Porque trago meus olhos, toldados de tristeza?!

Que abandono é este impassível?!

Neste poema que morde o silêncio e a incerteza.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por rosafogo às 20:56

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