Sábado, 17 de Janeiro, 2009

As palavras, são sem dúvida bálsamo, para acreditarmos e seguirmos em frente.

 

Hoje vou deixar uma poesia há muito escrita, mas que eu achava inacabada, porém ao

lê-la de novo creio que diz tudo, no fundo é um desabafo, talvez uma queixume.

 

Poema triste

 

Já de pranto molhado,

meu rosto eu quero esquecer

O ânimo tenho cansado

Deixo o espelho não quero ver!

Que espanto, com que desdém!

Ao meu rosto faço censura

No espelho?! Não vejo ninguém!

Onde havia Sol é noite escura.

 

Quero ficar de mim  esquecida

E  que ninguém tenha pena!

A vida pregou-me a partida

Seco as lágrimas, fico serena.

publicado por rosafogo às 21:41

Ainda cá voltei!
Sabe, também sou nostálgica no recordar do passado e não aceito bem o “desgaste” que o tempo me determinou. Contudo, penso que tais sentimentos têm a ver com a maneira de ser de cada um, não estando na nossa mão alterar isso. Um dia escrevi um poema sobre esse tema que lhe vou deixar registado.

Sentir os sentimentos

Alegria e tristeza, duas constantes da vida.
Se a primeira é ansiada, já a segunda, é temida.

A alegria é tão breve que se desfaz num momento?
A tristeza deixa marcas, prolonga-se em sofrimento?

E no decorrer duma vida, qual foi mais frequente?
- Varia com a pessoa, a forma como isso sente.

Naquela que vive a sorrir, tendo pronta a gargalhada.
Predomina a alegria, sendo a tristeza adiada.

A que com insegurança, caminha pela vida fora,
É propensa ao sofrimento e com frequência chora.

Tanto o bom como o mau, a qualquer pode atingir.
A grande diferença está, na forma de reagir?

Maria de Jesus Pinto
14 Janeiro de 2008





Juja a 19 de Janeiro de 2009 às 17:50

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