Terça-feira, 24 de Março, 2009

 

 

 

 

  

 

Hoje chegou o dia de dar um arrumadela nos livros soltos por aí, então como sempre faço

vou  folheando ora um, ora outro antes de o colocar no seu respectivo sítio. Acontece que ao

abrir  um  de poesia me apercebi que o poeta tinha pavor da velhice e então escreveu:

 

«Para que a receias, pois, e te lastimas?

O varão forte vence a dor, não chora;

Volta ao violão jucundo, às tuas rimas

 

Volta a viver antigo, sem demora;

Que quanto mais da noite te aproximas,

Mais te aproximas do explendor da aurora!»

 

Sempre esta realidade atroz, que nos persegue, tantas vezes eu volto a viver antigo, para esquecer a crueza da relidade.

 

Coragem

 

A frialdade da vida põe-me assim algemada

Até o coração bate com rítmo estranho

Sente o pesadelo da  já longa caminhada

E finge não doer, mas a dor não tem tamanho!

 

Nas garras do tempo me vou deixando prender

Meu olhar ressentido, lembra tempo de vanglória

Resta o tempo de procurar réstia de prazer

Na míngua dos recessos da memória

 

Quando vier  a voz do vento

No meu peito haverá paz

Esqueço o tempo e o lamento!

 

Tal como o vento não se deixa prender

Assim terei coragem, vou ser capaz!

Nada me levará á força, de pé quero morrer!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

sinto-me: forte, contente, viva
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publicado por rosafogo às 18:23

Caminhar na vida é bom! O lado menos bom é o passar do tempo! Mas...

O presente, é um “presente”.
De incalculável valor…
O que já foi, porque ausente,
É de importância menor.
Privilégio, é o estar vivo.
Cheirar, ver e ouvir,
Ao sorriso dar motivo,
Alegria e dor, sentir.(...)

Deixo-lhe aqui este extracto dum poema meu.
beijinhos
Maria de Jesus a 25 de Março de 2009 às 17:59

Olá Mª de Jesus

Hoje brindou-me com um belo poema, ainda que não sendo completo dá para ver como é belo, muito obrigado.
Vim passar uns dias na aldeia, para regar as flores, apanhar sol,e esquecer um pouquinho aqueles problemas resultantes
de estarmos por perto.

Viver é bom sim
Mas da Vida ás vezes me afasto
Ou ela se afasta de mim?!
Sou eu ou ela, perdemos o rasto!
Quando me sinto menos viva?!
É ela que não me dá alternativa
Mas eu escolho Viver!
Ainda me sinto flor que em fruto se há-de converter.

Um beijinho amigo

(mas que falta de inspiração), ainda não me acomodei convinientemente, isto quando se muda leva um pouco a habituarmo-nos.

rosafogo a 25 de Março de 2009 às 21:16


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