Sábado, 23 de Maio, 2009

 

A minha POESIA é tão preciosa para mim como a amizade e o carinho dos amigos que vêm

espreitar este meu recanto de paz. E eu fico grata a Deus por me dar esta possibilidade de

lidar com a poesia e também de despertar nos amigos a sua curiosidade, pois não sendo as palavras de estímulo e ânimo que eles que me entendem ,me deixam, ficaria só comigo ,talvez arrumada numa gaveta.Assim por outro lado, a comunicação saudável que há entre nós, que temos os mesmos gostos, as mesmas ansiedades,que  umas vezes estamos tristes outras alegres, faz-nos sentir que não estamos sózinhos nesta caminhada que é a Vida.

E já que a Vida de pobre é escura, aqui trago mais uma poesia, que espero deixe algum raiozito de luz.

 

 

Escrevo com a alma

 

 

A Poesia me dá paz!

Toca-me o coração.

Só a poesia é capaz

De me tornar nascente, de água serena!

Só a Poesia me acalma!

Nela mato a sede e procuro a razão

Pego na pena!?

Mas escrevo com a alma.

 

Solidão de mãos estendidas

Que se unem, ainda que desiludidas

A Vida é um jogo

Com um ponto de partida

E eu me interrogo?!

Até quando vai esta Vida.

 

A juventude é fornalha arrefecida

Como foi triste perdê-la!

Se voltasse ao ponto de partida?!

Mais atenta estaria ao vivê-la.

Canto e a minha tristeza fica maior

Já a lonjura me leva p'la mão

Mas a Poesia me dá o calor

Toca-me o coração!

 

Fica o meu riso em suspenso

Tenho rugas resignadas de amargor

Nestas remoídas horas eu penso?!

Como é por ela grande o meu Amor.

Duros, são estes tempos do nada

Quando o coração, bate insatisfeito

Mas a Vida não está acabada!

Vivê-la, não há outro jeito.

 

Tenho a poesia sempre  por  perto

Pequenina de ambição, maior na fortuna

E a Vida já não me parece um deserto

E a tristeza, já me parece inoportuna.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

sinto-me: Ausente
publicado por rosafogo às 15:42


Escreves com a alma em papel de qualidade
E enterneces corações que divagam
Sem saberem onde se encontra
O porto seguro, onde vão ancorar.

O tempo passa como se fosse medido
e não é medido, é vivido,
numa espécie de viver...

Se voltasse a outro tempo
Fazia os mesmos disparates,
Dizia as mesmas loucuras,
Nada mudava
O meu destino...

Sei que seria igual,
bom ou mau,
oportunidades perdidas
tempo mal vivido

E neste instante
Eu posso dizer
Transformava tudo
Como por encanto,

Mas não seria verdade
Eu estaria a mentir.

Nostálgico e belo o teu poema!


Mª. Luísa
M.Luísa Adães a 25 de Maio de 2009 às 11:17

Quem puderá olhar indiferente
Para um passado que foi seu?!
Falhei porventura, mas contente
Sigo, sabendo que muito se perdeu!

Ás vezes sinto-me uma pedra dura
Com um coração que não crê
De repente, fico ternura
E a alegria em mim se vê

No despertar dum novo dia
Renasce em mim, no meu destino?!
Alguma coisa nova que se perdia...
E agora repica em mim como um sino.

E só pode ser, porque encontrei aqui uma amiga como tu
Obrigada Maria Luísa
Beijinho

rosafogo a 25 de Maio de 2009 às 16:52

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