Terça-feira, 28 de Julho, 2009

 

 

Quando era pequena, sonhava ser cantora famosa , depois com um pouco mais de

idade sonhava acabar o curso para poder ser hospedeira, naquela altura da Tap, para correr mundo.

Entretanto matriculei-me na Antonio Arroio e sonhava ser pintora, como o dinheiro não abundava depressa arranjei emprego e então queria aprender a tocar acordeão nos tempos livres. Sempre esvoaçando de sonho em sonho, escrevi ao Ministro do Exército, pois queria ser pára-quedista, mas não havia paraquedas para rapariga, aí  decidida a não me ficar pela

secretária, resolvi que havia de dar voz à leitura de documentários na TV e lá concorri, mas

havia demasiados padrinhos e eu não tinha nenhum. Não sei se esqueço de mais algum mas no meio de tudo isto há um episódio engraçado, eu que nunca tive ginástica, foi o primeiro emprego que me apareceu (Prof de Ginástica),  numa Esc Sec. em Coimbra, continuei  a enviar alguns currículos e finalmente um pouco triste , segui da minha aldeia  directamente para o Porto, onde desempenhei funções de escriturária  no H. S. João.

E assim me foram cortadas as asas, mais tarde já mulher feita, trabalhava no  Entreposto Postal Aéreo e ainda sonhava , quando na pista via os avíões partir.

 

SONHOS

 

 

Nas asas do vento meu sonho coloquei

O tempo o rasgou num sopro,  transido

Meu sonho gritou, jamais o alcançei

Esqueço se existe ou se  anda perdido

Meus olhos de chorar embaciaram

As desilusões os despojaram do seu brilhar

E os dias tristes, langorosos se tornaram,

Inertes, no pensamento ficou o sonho por despertar

 

Procuro por ele nas nuvens do horizonte

Na chuva miúda que tráz a  fresquidão

Toco uma flauta, pastoreio no monte

Espero que a brisa devolva o sonho, velha paixão.

Ai se pudesse pendurar-me numa estrela

Ou num braço da lua, bem em segredo

Esquecer o tempo, e a Vida... vivê-la!

Com um novo sonho, um recomeço sem medo.

 

Neste entardecer, aguardo o momento

Na memória uma luzinha a aquecer-me a vida

E o sonho de mansinho, talvez volte nas asas do vento

Voltará  a mim ,mas já de esperança ressequida.

A minha viagem, foi longa estou cansada

Que milagre espero ainda?

Meu espírito está calmo, mas a saudade é danada!

Soçobro ante uma  esperança que não finda.

 

 

 

 

publicado por rosafogo às 21:23

Olá amiga Natália. confirma-me por favor se o teu gmail é este.

= natalia.nuno6@gmail.com

é porque eu mandei-te um p. p. s. e veio devolvido por erro no endreço.
Beijinho eduardo.
Fisga a 29 de Julho de 2009 às 20:41

Amigo
o mail está certíssimo é de facto natalia.nuno6@gmail.com
Tens de ver de novo, tenta por favor,olha Eduardo eu ainda não recebi os livros, hoje também não
estive, não lhes telefonei, mas amanhã, de manhã vou tentar lá ir buscá-los, embora a morada me
pareça um pouco complicada.Disseram que os começavam a distribuir na segunda e nada, e amahã vou para a aldeia de tarde, vou ver como posso resolver.

um abraço, fica bem
natalia
rosafogo a 29 de Julho de 2009 às 22:12

Olá amiga Natália. Eu não fico bem, ao tomar conhecimento que te andas a incomodar demais comigo, eu não mereço tanto. Quando estiver na hora de as coisas chegarem, elas vão chegar com certeza. Olha amiga Eu vou dizer-te uma coisa e faço questão que entendas bem o que eu te vou dizer. É assim: Eu agradeço-te imenso o grande favor que te propuseste fazer, e não sei com que te pagar. Mas se não for com outra coisa, será com a minha amizade. e já agora Não é crer dado e arregaçado, mas agradeço que assines o livro. mas que fique bem claro. todas as despesas com o livro, desde o preço até aos portes é tudo para eu pagar aqui no acto da entrega. expliquei-me bem? Espero que sim. E agradeço-te muito a tua disponibilidade e simpatia, em te prontificares a fazer-me chegar o livro à mão. muito obrigado beijinho. Deste amigo do peito Eduardo. P.S. Espero que na resposta, me digas que entendeste o que eu disse. Obrigado.
Fisga a 30 de Julho de 2009 às 10:16

Eduardo não te preocupes que não me dás trabalho nenhum e percebi perfeitamente o que dizes. Sómente ainda não me contactaram para a entrega me ser feita e o telefone de lá não atende, já pensei em me deslocar, mas nem sei horário
conveniente, de modo que vou aguardar. Como hoje vou à aldeia, não estou se vierem sem telefonar também não me encontram , então temos que aguardar.

Fica bem, um abraço da amiga
natalia
rosafogo a 30 de Julho de 2009 às 11:47

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